Nós somos como lâmpadas

janeiro 28, 2019



Nem sei como começar esse texto porque o que vou escrever parece ser coisas tão óbvias, mas até um pouco tempo atrás não sabia lidar com elas.



    Sempre fui o tipo de pessoa que queria ser amiga de todo mundo e ser beeem popular, mas ao contrário disso sempre fui a “who” da escola, tinha algumas pessoas que conversava, mas nada que me tornasse a popular e famosas nas redes sociais por conta disso. Por mais que quisesse isso não me incomodava nem um pouco ser esse tipo de pessoa. 
    Quando finalmente tinha me livrado do terror da escola e finalmente chegado a minha ‘fase adulta”, só tinha dezoito anos, mas me achava a super adulta. Meu ciclo de amizade começou a aumentar, por conta das pessoas que conheci no trabalho, no curso que estava fazendo e sentia que finalmente estava realizando aquele sonho de criança da Fabiana.
       Porém circunstâncias da vida fizeram com que eu acabasse passando por momentos complicados e aos poucos essas pessoas foram se afastando. Se eu não procurasse não davam sinal de vida, quando apareciam era para saber qual é o rolê da vez. Aquela amizade que era uma mão de via única. Poucas pessoas ficaram. 
     Ok, ninguém é obrigado a ficar na vida de ninguém, mas o que quero dizer é: tem algumas pessoas que vão ficar ali na sua vida por puro interesse, em um dos vídeos da Evelyn Regly menciona que nós somos como lâmpadas e algumas pessoas são como mosquitos, muitos deles só ficam ali quando estamos brilhando para se aproveitar da nossa luz e quando estamos nos momentos de escuridão se afastam. Temos que aprender a lidar com isso, a separar e ter consciência que no decorrer da nossa vida vai aparecer várias pessoas assim e teremos sempre que a lidar.
     Não fique mal quando isso acontece, naquele momento ela te fez feliz e agradeça por isso. Prender esse tipo de pessoa não vai te acrescentar em nada.


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